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domingo, 22 de outubro de 2017.

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Professor cego e cadeirante dá aula de superação em escola de Rio Claro

A história de vida do professor Osvaldo Fernando Moreira, 29 anos, é uma inspiração para seus alunos e a comunidade escolar da Escola Municipal “Jovelina Morateli”, localizada no bairro Mãe Preta. Fernando nasceu sem problemas de saúde, mas aos 13 anos ficou doente e perdeu a visão e parte do movimento das pernas. Deficiente visual e cadeirante, Fernando nunca deixou que as limitações físicas de seu corpo restringissem seus sonhos e aspirações acadêmicas. Aprendeu braile e novas formas de comunicação que lhe permitiram concluir o curso de Pedagogia. Com o diploma na mão, Fernando foi aprovado em concurso público realizado pela prefeitura de Rio Claro e, em junho deste ano, assumiu o cargo de professor efetivo da rede municipal de ensino onde dá aulas para alunos do quinto ano do ensino fundamental.

“Tive muito receio no início quando assumi o cargo, mas recebi todo o suporte da Secretaria da Educação e da escola para que pudesse exercer minha função”, explica Fernando que conta com o apoio da professora auxiliar Ana Cristina de Souza Cruz, escolhida por ele, para desenvolver as atividades na sala de aula. “Fizemos faculdade juntos, somos amigos e isso facilita nossa dinâmica de trabalho”, esclarece.

Para assumir o cargo, Fernando teve que deixar seu emprego no Centro de Habilitação “Princesa Victoria”, onde também foi paciente. No CHI, Fernando dava aulas de braile e informática. Não foi fácil abandonar uma equipe com a qual conviveu por quase dez anos. “Foi uma escolha muito difícil, mas apesar do medo do desconhecido resolvi abraçar essa nova experiência”, comenta.

Fernando conta que para os alunos tudo foi uma surpresa, o fato de conseguir escrever na lousa, a locomoção com a cadeira de rodas, a dinâmica de trabalho com a professora auxiliar que o ajuda nas leituras e correções das atividades. Ela também transcreve pra lousa o conteúdo da aula definido em planejamento anterior elaborado em conjunto.

Hoje, a rotina da sala já está estabelecida e o vínculo dos alunos com o professor é aparente. É muito abraço, carinho, diálogo e ofertas de ajuda. De sua parte, Fernando retribui com boas aulas e identificação de cada criança pelo som da voz. Portanto, nem pensar fazer bagunça na sala. Fernando ainda brinca quando chama a atenção das crianças: “Podem fazer cara feia que eu não estou vendo”.

Para os alunos, a aula de Fernando é igual a de qualquer outro professor. “É tudo normal e estamos bem adaptados. É muito legal tê-lo como professor”, comenta Kellyn Kethelyn Scatolin, de 10 anos. “Gosto muito dele, admiro seu trabalho e me inspiro nele”, disse Kauã Henrique Rocon, de 12 anos.

Dos pais também houve avaliação positiva manifestada na primeira reunião após ele assumir a classe. “Fiquei muito feliz com o feedback que recebi dos pais. Estava ansioso e apreensivo, mas o retorno não poderia ter sido melhor”, avalia Fernando.

Mãe da aluna Kellyn, Rosemeire da Silva está feliz com a metodologia de ensino de Fernando e Ana. “Minha filha tinha dificuldade em matemática e melhorou bastante”, afirma Rosemeire dizendo que a deficiência de Fernando não o torna menos capaz que os professores videntes e andantes.

Também na equipe escolar Fernando conquistou respeito e admiração. A maior preocupação da direção da escola era preparar a unidade para receber bem o Fernando. Além disso, havia uma expectativa quanto à dinâmica de trabalho, mas rapidamente isso foi resolvido com a sintonia entre Fernando e Ana. “Eles têm uma dinâmica interessante, falam a mesma língua e vem trabalhando conforme a proposta pedagógica da escola”, comenta a diretora Simone Chenta Padula.

Ter o Fernando na escola também é uma aprendizagem para os docentes. “Foi um desafio pra gente e um presente que a escola recebeu que nos proporciona troca de experiências e constante aprendizagem”, observa Rosana Cupido, vice-diretora da escola. “O Fernando é um exemplo de perseverança e superação”, acrescenta.

Sempre muito independente, Fernando não perdeu essa característica após a perda da visão. Tanto que mora sozinho, cozinha sua própria comida e faz pequenos serviços na casa. Para as tarefas que não consegue realizar conta com a ajuda da família e amigos. Para ele nada é impossível com esforço e dedicação. “As pessoas devem olhar para o potencial, para o que o que o deficiente é capaz de fazer, e não para sua deficiência ou limitação”, conclui.



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