Rio Claro participa de seminário nacional sobre arranjos produtivos de base mineral

Município apresentou o Plano Diretor e a organização territorial da cidade.

O município de Rio Claro participou do XVI Seminário Nacional de Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral e do XIII Encontro do Comitê Temático Rede APL Mineral, realizado de 18 a 20 de novembro em Santa Gertrudes. Rio Claro foi o único município convidado para falar sobre políticas públicas para o desenvolvimento dos arranjos produtivos locais de base mineral.

“Apresentamos o Plano Diretor vigente, destacando como foi pensada a organização do território municipal em termos de macrozoneamento, numa atitude que visa conciliar preservação ambiental e desenvolvimento econômico, levando em conta questões técnicas e parâmetros normativos federais e estaduais”, explica a superintendente do Arquivo Público, Monica Frandi Ferreira, que representou a prefeitura no evento.

Além do Plano Diretor, Monica também destacou a importância da união regional para o desenvolvimento da região. “Frisamos a importância de elaborar planos regionais de organização do território de municípios com a mesma vocação econômica, de forma a compreender os problemas e buscar soluções de forma conjunta”, disse.

O seminário contou com participação de empresários, representantes de entidades públicas e privadas, prefeituras, sindicatos, gestores e técnicos de APL de base mineral, educadores, estudantes, entre outros. O evento foi realizado na sede da Aspacer (Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento).

Superintendente do Arquivo de RC foi palestrante em evento estadual

Cinquenta prefeituras e 30 câmaras municipais estiveram representadas no encontro.

A superintendente do Arquivo Público e Histórico de Rio Claro, Monica Frandi Ferreira, foi uma dos que proferiram palestra no 22º Encontro Paulista sobre Gestão Documental e Acesso à Informação, realizado nesta semana em São José dos Campos. Representantes de 50 prefeituras e 30 câmaras municipais estiveram presentes ao evento, organizado pelo Arquivo Público do Estado.

Monica Frandi desenvolveu o tema “Arquivo Público e Histórico do Município de Rio Claro: 40 anos de realizações e desafios”. “Foi uma excelente oportunidade de mostrar um pouco do importante trabalho realizado pelo nosso Arquivo em atividade de âmbito estadual”, comenta a superintendente.

O evento teve a presença do coordenador do Arquivo Público do Estado, Fernando Padula Novaes, e da diretora da Unidade Regional de São José dos Campos do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Cibele de Lima Martinusso, que lançou no encontro o Guia Técnico de Transparência Municipal, fruto de cooperação técnica entre o Arquivo Estadual e o TCE.

O evento realizado na quarta-feira (6) teve como objetivo, entre outros itens, oferecer às prefeituras e câmaras municipais paulistas fundamentos legais e técnicos para a implementação de políticas de gestão documental e para a difusão e cumprimento do direito ao acesso à informação pública.

Bate-papo Cultural discute cotidiano dos colonos do café

Evento terá lançamento do livro “Colonos do Café”.

Terça-feira (29) tem nova edição do Bate-papo Cultural em Rio Claro promovido pelo Arquivo Público e Histórico do município. Toda a comunidade está convidada a participar do evento que será realizado a partir das 19h30 no Casarão da Cultura com entrada gratuita. O tema em discussão será “Colonos do Café” que vai abordar o cotidiano dos trabalhadores do café e da Fazenda Santa Gertrudes no final do século XIX e primeiras décadas do século XX.

O debate será feito pela historiadora rio-clarense Maria Sílvia Beozzo Bassanezi, pesquisadora do Núcleo de Estudos de População “Elza Bérquo” e professora colaboradora do Programa de Pós-graduação em Demografia IFCH/Nepo-Unicamp. A mediação ficará por conta do historiador Amilson B. Henriques. “Os participantes do bate-papo terão direito a receber certificados”, informa a superintendente do Arquivo Público, Monica Frandi Ferreira.

Após o bate-papo será realizado o lançamento do livro “Colonos do Café”, de autoria da pesquisadora Maria Sílvia Beozzo Bassanezi, que sairá pela Editora Contexto. O lançamento da obra conta com apoio do Arquivo Público. No livro, a pesquisadora fala sobre o cotidiano das famílias que trabalharam nos cafezais da fazenda Santa Gertrudes, no final do século XIX e começo do século XX, época em que a fazenda foi considerada modelo da cafeicultura paulista. “O relato foi feito com base em pesquisa realizada no acervo do Arquivo Público de Rio Claro”, destaca Monica, informando que haverá exemplares do livro disponíveis para venda.

O Casarão da Cultura fica na Rua 7 com Avenida 3, Centro de Rio Claro.

Rio Claro participa de mais uma etapa do projeto Observatório de Arquivos

Reunião foi realizada em São José dos Campos.

O Arquivo Público e Histórico do Município de Rio Claro esteve representado em reunião do projeto Observatório de Arquivos, realizada nesta semana em São José dos Campos. Mediado pelo funcionário do Arquivo Público do Estado, Igor Blumer Marangone, a pauta e as discussões foram centradas em gestão documental e como organizar e avaliar grandes massas acumuladas de documentos. “Foi mais uma atividade bastante proveitosa, sobre assuntos essenciais para o bom trabalho dos arquivos municipais”, destaca a superintendente do Arquivo Municipal rio-clarense, Monica Frandi Ferreira. Rio Claro foi representado na atividade pelos funcionários Ednaldo da Mata e Noemi Andreza da Penha.

Durante a reunião, realizada na quarta-feira (16) no auditório da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, os representantes dos municípios expuseram experiências e dificuldades. Eles receberam explicações sobre a metodologia desenvolvida no Arquivo do Estado, que adotou linhas de trabalho que possibilitam a avaliação de milhares de caixas de documentos produzidos pelo governo estadual, privilegiando o dinamismo e a eficiência na gestão dos arquivos.

Estiveram presentes na reunião  representantes dos Arquivos Municipais de Americana, Limeira, Rio Claro, Santo André, São José dos Campos, São Sebastião, Sorocaba e Ubatuba, cidades integrantes do Observatório Municipal de Arquivos, projeto coordenado pelo Centro de Assistência aos Municípios do Departamento de Gestão do Sistema de Arquivos do Estado. 

Exposição Rio Claro Revela Sua História será aberta sexta-feira no Casarão

Mostra é uma das mais tradicionais do município.

A exposição das obra selecionadas no tradicional concurso fotográfico Rio Claro Revela Sua História será aberta nessa sexta-feira (11), às 19h30, no Casarão da Cultura. Cinquenta e três fotografias de 35 fotógrafos ficam em exposição até o próximo dia 31. “Mais uma vez, o destaque é o alto nível dos trabalhos presentes na mostra”, comenta a superintendente do Arquivo Público Municipal, Monica Frandi Ferreira.

Neste ano, o concurso fotográfico teve como tema “Ofícios e Profissões: o saber-fazer dos rio-clarenses que constroem e transformam nossa cidade por meio de suas atividades laborais”. Os participantes poderão fazer registro dos ofícios e profissões antigos e atuais, formais e informais, voluntários e autônomos, desempenhados em espaços públicos e privados, em empresas e instituições.

As três melhores obras receberão premiação em dinheiro. A exposição poderá ser visitada de segunda a sexta-feira das 9 às 17 horas. O Casarão da Cultura de Rio Claro fica na Rua 5, esquina com Avenida 3, 568, Centro.

Censo 2020 foi tema reunião no Arquivo Municipal de RC

Representantes de vários setores do poder público participaram da atividade.

O censo demográfico que será realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no ano que vem foi tema de reunião sexta-feira (4) na sede do Arquivo Público e Histórico de Rio Claro. Representantes de vários setores do poder público estiveram presentes recebendo informações do IBGE sobre o planejamento do censo 2020.

“Abrimos espaço no Arquivo para essa reunião pela importância que o censo tem para o país”, comenta a superintendente Mônica Frandi Ferreira. “Da parte da prefeitura, daremos todo o apoio a esse trabalho do IBGE”, acrescenta.

Equipe do instituto formada por Rodrigo Pucci da Conceição, Danilo Aratani e Marcos Farbelow falaram a representantes do Arquivo Público, Daae, Unesp, Polícia Militar, Defesa Civil e secretarias municipais de Agricultura, Segurança, Desenvolvimento Social, Finanças, Educação, Obras e Meio Ambiente.

O IBGE está realizando reunião similares em cidades do país. De acordo com  a entidade, esse trabalho é um momento único para reunir informações sociodemográficas também na esfera municipal. Para fazer o censo, o IBGE vai percorrer oito milhões de quilômetros quadrados, visitar 5.570 municípios e 71 milhões de domicílios.

Arquivo Histórico de Rio Claro é referência para outros municípios

No sábado (21) técnicos de Valinhos conheceram o Arquivo de Rio Claro e os trabalhos realizados.

O Arquivo Público e Histórico de Rio Claro recebeu no sábado (21) visita técnica de representantes da Associação de Preservação Histórica de Valinhos (APHV) e Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Valinhos (Condepav).

Mônica Frandi Ferreira, superintendente do Arquivo, apresentou as instalações do Arquivo de Rio Claro e falou sobre os trabalhos técnicos realizados pela autarquia. “O interesse de outros municípios pelo trabalho que desenvolvemos aqui confirma que as ações realizadas estão sendo positivas para a preservação da história de Rio Claro”, observa Mônica.

Para o grupo de Valinhos, que atua na pesquisa, divulgação e preservação da história daquela cidade, a visita teve como objetivo entender como é realizado o trabalho com os documentos históricos e administrativos em Rio Claro, desde o momento do recolhimento nas mais diversas secretarias, passando pelos processos de higienização, acondicionando, indexação e disponibilização da informação.

Segundo Marcel Pazinatto, presidente da APHV, a visita trouxe respostas para trabalhos que já estão em andamento na associação, que tem como missão contribuir para a preservação da história, memória e identidade da cidade de Valinhos, desenvolvendo atividades sociais e educacionais, de pesquisa e filantropia, através de exposições para a comunidade em geral.

No mês passado representantes de Descalvado também estiveram no Arquivo Público de Rio Claro em busca de referências técnicas para a criação do Arquivo Público daquele município.

RC participa de oficina sobre tabelas de temporalidade

Município faz parte do projeto Observatório de Arquivos.

Elaboração da tabela de temporalidade de documento (TTD) foi tema de atividade realizada em Limeira no dia 13 (sexta-feira), com presença de representantes da prefeitura de Rio Claro integrantes do projeto Observatório de Arquivos. Foi mais uma etapa de uma série de oficinas que, na sexta-feira, focou as TTD relacionadas à Gestão de Pessoas dos municípios participantes. O Observatório de Arquivos é um projeto coordenado pelo Centro de Atendimento aos Municípios do Arquivo Público do Estado de São Paulo e tem como propósito fomentar a gestão documental nos municípios paulistas. Fazem parte Americana, Guarulhos, Limeira, Lorena, Paulínia, Ribeirão Preto e Rio Claro. “É um projeto de grande importância no trabalho de preservação documental e da memória dos municípios”, comenta a superintendente do Arquivo Municipal de Rio Claro, Mônica Frandi Ferreira, lembrando que na semana Rio Claro passou a contar com a primeira tabela de temporalidade do município para o setor de agricultura, conforme decreto assinado pelo prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, e publicado no Diário Oficial do dia 13.

Como produto final das oficinas para os integrantes do Observatório de Arquivos será elaborado um modelo de TTD do Poder Executivo, semelhante ao modelo já publicado do Legislativo estadual, disponível no site do Arquivo Público do Estado de São Paulo. De Rio Claro,participaram da oficina os coordenadores Ednaldo da Mata e Noemi Andreza da Penha; os representante da Secretaria Municipal de Educação Marilza Fertrin Rodrigues e Aline Lahr Picaglia; e Marcelo Pereira Mussi, da Fundação Municipal de Saúde.

Arquivo Público de Rio Claro cria tabela de temporalidade para o setor de agricultura

Meio ambiente e recursos humanos serão os próximos setores beneficiados.

O Arquivo Público e Histórico de Rio Claro criou a primeira tabela de temporalidade do município para o setor de agricultura. Por meio dela serão definidos os prazos de duração de arquivamento (guarda) de documentos, bem como as ações e procedimentos necessários para isso com base na legislação vigente. A ideia é diminuir a quantidade de documentos arquivados, mantendo sob guarda apenas os documentos essenciais, dentro do prazo de validade e que têm função histórica. 

“É uma medida pioneira na administração pública de Rio Claro, que traz economicidade e também beneficia o meio ambiente”, afirmou o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, ao assinar o decreto que oficializa a tabela. O prefeito, que estava acompanhado do secretário municipal da Agricultura, Emílio Cerri, parabenizou a equipe do Arquivo Público pela iniciativa.

“A prefeitura produz muitos documentos e estabelecemos prazos de guarda para eles. A partir de agora, somente vamos guardar o material que tem que ser guardado, preservando a memória e eliminando documentos que já cumpriram suas funções administrativas”, explica Edinaldo Rodrigues da Mata, coordenador do arquivo intermediário.

As normas utilizadas em Rio Claro foram feitas seguindo os critérios do arquivo público estadual. O trabalho do arquivo continua. Meio ambiente e recursos humanos são os próximos setores a ganharem tabela de temporalidade. “Em nosso trabalho vamos contar com a participação de outros municípios com o objetivo de elaborar um documento único que seja modelo para as demais cidades”, explica Monica Frandi Ferreira, superintendente do Arquivo Público.

Mônica destaca que o trabalho do arquivo tem recebido total apoio do prefeito Juninho e lembrou que, neste governo, os servidores ganharam plano de progressão de carreira e medidas administrativas deram agilidade aos procedimentos internos de trabalho.

A presidente do Conselho Superior do arquivo, Hélia Gimenez Machado, destaca o projeto Memória Viva como de grande importância. “Fizemos uma série de entrevistas com descendentes de escravos que contaram coisas que não estão nos livros e, agora, estas entrevistas podem ser fontes de informação. Nosso trabalho é preservar as fontes”, afirmou. O trabalho de identificação de fotografias é outro trabalho que o arquivo passou a realizar e que Hélia destaca como relevante.

Arquivo Público tem novo conselheiro

Conselho tem nove membros e realiza serviços sem remuneração.

O advogado José Carlos Philadelpho Machado foi empossado quinta-feira (12) no Conselho Superior do Arquivo Público e Histórico do Município de Rio Claro “Oscar de Arruda Penteado” em substituição ao cartunista Percy de Oliveira, que encerrou seu mandato após oito anos como conselheiro.

Machado vinha desenvolvendo trabalho voluntário no Arquivo há mais de ano e passa a integrar o conselho, que tem como presidente Hélia Maria de Fátima Gimenez Machado, vice-presidente Sebastião Luiz Miotto e secretária Ciciliana Aparecida Di Batista. Os demais membros são: Bernadete de Oliveira Castro, José Roberto Sant’Ana, Odaléia Telles Marcondes Meira Queiroz, Milton Hussni Machado Luz e Daniela Cristina Lopes de Abreu.

Ao dar posse ao novo conselho, o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, destacou os serviços do arquivo como de “grande importância para a memória de Rio Claro”, cumprimentou a equipe do arquivo pelo empenho e ressaltou a participação dos conselheiros. “Quando as decisões são tomadas com mais pessoas pensando, as chances de sucesso são maiores”, afirmou.

Mônica Ferreira, superintende do arquivo, também destacou o trabalho voluntário dos conselheiros e falou de avanços que o arquivo público conseguiu nos últimos dois anos, como a confecção de novas caixas para arquivo de jornais, mudanças na rede elétrica do prédio, obras para acessibilidade em sanitário, instalação de laboratório de digitalização de documentos, instalação de alarme contra incêndios e vedação de janelas para proteger documentos da luz solar. “Nosso arquivo fez tudo isto com baixo custo. Vários municípios têm nos procurado para conhecer o trabalho que vem sendo feito”, afirmou Mônica, acrescentando que “temos organizado os serviços de maneira a promover a preservação de documentos e ampliar o acesso da comunidade ao acervo”. Área de anexos