Rio Claro tem representante no Conselho Nacional de Arquivos

A partir de escolha técnica, Monica Frandi Ferreira conquistou suplência na entidade.

Monica Frandi Ferreira (primeira à esquerda) durante trabalho de recuperação de item do Arquivo de Rio Claro

Rio Claro conquistou representação no Conselho Nacional de Arquivos (Conarq). A superintendente do Arquivo Público Municipal de Rio Claro “Osca de Arruda Penteado”, Monica Frandi Ferreira, foi escolhida em seleção pública para ocupar a suplência do segmento “arquivos públicos municipais” do Conarq. Apenas dois representantes de arquivos municipais de todo o Brasil fazem parte do conselho nacional, sendo que a escolhida para a cadeira titular no segmento foi Nadia Csoknyai Del Monte Kojio, do arquivo municipal de São José dos Campos.

“Mais uma vez Rio Claro tem destaque positivo no país e essa conquista é fruto do trabalho sério desenvolvido em nosso arquivo público para registrar e divulgar a história de nosso município”, comenta o prefeito João Teixeira Junior. “Sem dúvida, trata-se de uma excelente notícia que nos deixa muito orgulhosos”, acrescenta Juninho.

A escolha dos integrantes da Conarq foi técnica e teve como critérios a análise do currículo dos candidatos e as ações da gestão nos respectivos arquivos públicos. De acordo com o Arquivo Nacional, 26 candidaturas foram homologadas. “O trabalho que desenvolveremos no Conarq será técnico, assim como é a gestão que desenvolvemos aqui no Arquivo Público de Rio Claro”, reforça Monica Frandi Ferreira. “Essa conquista coroa os esforços que dedicamos a esse trabalho tão importante que é zelar pela memória de nossa cidade e nossa gente”, acrescenta a superintendente do arquivo “Oscar de Arruda Penteado”.

Segundo Mônica Frandi Ferreira, os escolhidos para integrar o Conarq serão empossados em cerimônia virtual a ser conduzida pelo Ministério de Estado da Justiça e Segurança Pública, ao qual o Arquivo Nacional é vinculado.

O processo de seleção pública para compor o conselho nacional incluiu segmentos de arquivos municipais, estaduais e distrito federal, associações de arquivistas, instituições de ensino e pesquisa, organizações ou instituições com atuação na área de tecnologia da informação e comunicação, arquivologia, história, ciências sociais ou ciência da informação.

Arquivo Público Municipal lança jogos baseados no acervo histórico de RC

Iniciativa é voltada para estudantes de Ensino Fundamental 1.

Além preservar a memória e história de Rio Claro, o Arquivo Público Municipal “Oscar de Arruda Penteado” realiza várias ações de cunho educacional, apontando a riqueza documental de seu acervo para a formação de estudantes de várias faixas etárias, realizando projetos e ações diferenciados que vão além da disponibilidade para consulta a alunos da rede escolar. Uma dessas iniciativas foi apresentada terça-feira (23) no paço municipal, onde foram mostrados jogos feitos a partir do acervo do Arquivo no projeto ArqAventuras. “Com iniciativas como essa, o Arquivo Público renova seu papel na formação de nossos jovens e na divulgação da história de nosso município”, comenta o prefeito João Teixeira Junior, que participou da apresentação. “Em nosso trabalho, a educação tem sido prioridade”, ressalta Juninho.

O ArqAventuras visa auxiliar o projeto educativo oferecido em sala de aula utilizando atividades lúdicas e contato com documentos do acervo do Arquivo Público Municipal. O uso desse material deve começar a partir da retomada das aulas, que estão suspensas devido ao coronavírus.

Voltado a estudantes da primeira etapa do Ensino Fundamental, o projeto promove simultaneamente acesso ao conhecimento, o debate e a inclusão. A ação educativa tem a colaboração da Secretaria Municipal da Educação e do Centro de Habilitação Infantil Princesa Victória, vinculado à Secretaria Municipal de Saúde.

“Criar conteúdos pedagógicos lúdicos para contar a trajetória e destacar características de Rio Claro é uma iniciativa que nos deixa muito orgulhosos pois se trata de uma maneira efetiva de aproximar as crianças de sua própria história e a de sua gente”, comenta a superintendente do Arquivo Público Municipal, Monica Frandi Ferreira. “Esse conhecimento é essencial para quem vai construir o futuro de nosso município”, acrescenta.

O ArqAventuras inclui uma série de jogos educativos como quebra-cabeças, detetive de palavras, jogos de memória, jogos de tabuleiro, jogos de cartas, caça-palavras e mais. Os jogos são focados em aspectos como história da cidade, atividades de arquivo, conceitos de história, preservação da memória, cultura afro-brasileira, permanências e alterações no espaço urbano. “Um dos nossos objetivos é que essa iniciativa extrapole o ambiente escolar, chegando às famílias por intermédio das crianças”, explica Monica Frandi Ferreira, acrescentando que, por se tratar de uma iniciativa inclusiva, vários jogos são adaptados ou pensados especificamente para alunos com deficiência.

A superintendente do Arquivo frisa que as atividades regulares da autarquia com os estudantes inclui as visitas pedagógicas, que visam permitir o acesso aos documentos do acervo e ao conhecimento das atividades de uma instituição arquivística. “Por ora, devido à pandemia, as visitas ao Arquivo estão suspensas, mas serão retomadas assim que for seguro”, explica.

Para evitar risco de contaminação, o atendimento no Arquivo está sendo feito por telefone (3522-1948) e por e-mail (pesquisa@aphrioclaro.sp.gov.br). O horário de funcionamento, também devido à pandemia, é temporariamente das 7 às 13 horas.

Arquivo Público de RC oferece conteúdos históricos nas redes sociais

Atividades virtuais são opção durante a quarentena contra o coronavírus.

Para aproximar a população do acervo e atividades técnicas, além de oferecer conteúdo diferenciado àqueles que se interessam pela história rio-clarense, o Arquivo Público e Histórico do Município de RIo Claro vem apresentando exposições e divulgando seu trabalho  interno institucional de maneira diferente neste período de quarentena, por meio do instagram e do facebook. As próximas exposições virtuais programadas terão foco em aspectos legais da gestão de documentos públicos e mostrarão várias curiosidades sobre reparos em documentos raros. Em breve também serão exibidos novos documentários e  foto montagens artísticas.

Desde o dia 30 de março, com a hashtag APHemCasa (#APHemCasa), o setor de difusão do acervo divulga itens iconográficos da autarquia com diversas exposições virtuais. Mostra também recortes e conteúdos da hemeroteca, que informam com dados históricos importantes e entretém com conteúdos curiosos sobre uma Rio Claro de outros tempos.

“Tão importante quanto conteúdos históricos, são as exposições virtuais com referenciais técnicos de guarda, gestão, preservação e acesso documentais”, comenta a superintendente do Arquivo Público, Mônica Frandi Ferreira. As mini-exposições virtuais, até o momento, compõem um conjunto de mais de oitenta arquivos digitais, entre fotos, referências técnicas, notas de jornais municipais, apresentações de documentários, chamadas diversas, comunicados, “stories” divertidos, entre outros, o que vem animando o público e aumentado significamente a interação e participação ativa dos munícipes nas redes institucionais do Arquivo Público. 

A instituição, segundo o decreto 11.806 de março deste ano que trouxe as determinações para o distanciamento social, alterou o horário de funcionamento, “porém, continua ativa no compromisso em trabalhar com excelência na preservação do patrimônio documental e na organização do acervo para atender ao poder público e ao cidadão, mantendo as atividades de rotina interna e demais projetos, permitindo ao público externo o acesso às informações de maneira remota, por e-mail e telefone”, detalha a superintendente do Arquivo Municipal.

Para informações e solicitações de documentos, a comunidade pode contatar o Arquivo pelo telefone (19) 3522-1948, e pelos e-mails pesquisa@aphrioclaro.sp.gov.br, arquivointermediario@aphrioclaro.sp.gov.br e arquivo@aphrioclaro.sp.gov.br. Outra opção é o whatsapp (19) 99562-5563. Neste período de quarentena o expediente da autarquia é de segunda a sexta-feira, das 7 às 13 horas.  Nas redes sociais o público pode seguir o Arquivo Público no instagram @arquivoderioclaro e pela página Arquivo Público e Histórico de Rio Claro no Facebook.

Arquivo de Rio Claro tem conteúdo nas redes sociais

Miniexposições e outras publicações estão disponíveis na internet.

O Arquivo Público e Histórico de Rio Claro “Oscar de Arruda Penteado” lançou série especial de publicações em suas redes sociais, no Instagram (@arquivoderioclaro) e Facebook. As publicações podem ser acessadas a partir da hashtag APHemCasa (#APHemCasa).

“Estão sendo levados à comunidade conteúdos técnicos e históricos para que todos, principalmente quem está em casa, possam conhecer mais sobre as atividades institucionais do Arquivo e acessar parte do seu acervo de uma maneira diferente”, comenta Monica Frandi Ferreira, superintendente do Arquivo de Rio Claro.

Já estão online miniexposições fotográficas e miniexposições técnicas sobre a história da cidade, arquivologia, gestão documental, preservação do acervo, entre outros.

Até o momento, a autarquia deu destaque em exposições virtuais para a ex-primeira-dama Lícia Monaco Perin e para a ex-chefe de gabinete Dalva Christofoletti Paes da Silva, com belos registros fotográficos datados da década de 1970. Há também publicações relembrando conjuntos musicais que marcaram época no município, como a banda Infernais, Orquestra Marasca, grupo Os Batutas Rio-Clarenses, banda Nosso Jazz, banda N. Sra. Aparecida e banda dos Artistas Ferroviários – esta última, desde o fim do século XIX até os dias de hoje, emocionando e alegrando os rio-clarenses.

A comunidade pode ver também três publicações com conteúdos técnicos explanando os seguintes temas: “Arquivo não é só um amontoado de caixas!”, “A importância de um acervo organizado” e “O que são suportes documentais?”.

O Projeto Memória Viva também segue produzindo conteúdos. Novo documentário sobre Rubinho Pinhatti, ex-zagueiro do Rio Claro Futebol Clube, pode ser visto no canal do youtube Projeto Memória Viva: Arte, cultura e história. Próximos documentários terão lançamentos em breve.

A programação se estenderá pelas próximas semanas objetivando a difusão do acervo institucional e aproximando, ainda que virtualmente, os munícipes das atividades técnicas da instituição.

“O APHRC convida todos a seguirem nossas redes sociais e aprenderem de uma maneira diferente sobre o universo arquivístico”, comenta Monica. 

Arquivo Público de Rio Claro suspende atendimento presencial

Atendimento será feito somente por telefone e internet, como medida de prevenção ao coronavírus.  

O Arquivo Público e Histórico do Município de Rio Claro vai suspender o atendimento presencial por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (18). A iniciativa faz parte das medidas de prevenção e contágio ao coronavírus implantadas pela prefeitura. “O atendimento ao munícipe será feito apenas por telefone e de forma eletrônica”, informa Monica Frandi Ferreira, superintendente do Arquivo Público.

Para informações e solicitações de documentos do acervo da autarquia, as pessoas devem contatar o setor de Arquivo Permanente pelo telefone (19) 3522-1948 ou pelo e-mail pesquisa@aphrioclaro.sp.gov.br. O horário de atendimento será mantido de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas.

Arquivo Público realiza exposição com obras do artista plástico Percy de Oliveira

Público pode conferir a exposição no saguão do paço municipal.

O Arquivo Público e Histórico do Município de Rio Claro iniciou na quinta-feira (13) a “Exposição Percy de Oliveira”, que está sendo realizada no saguão do paço municipal em horário comercial. O público poderá conferir gratuitamente a exposição que conta com 12 ilustrações a bico de pena, cuidadosamente elaboradas pelo desenhista Percy de Oliveira. As ilustrações estão afixadas em parede do Atende Fácil, local que recebe diariamente um grande número de pessoas que terão a chance de apreciar os desenhos e conhecer um pouco mais sobre o artista.

“As obras retratam imóveis construídos a partir do século XIX, alguns já demolidos e outros que resistiram à ação do tempo, sugerindo a reflexão sobre passado, memória e importância da preservação patrimonial local”, destaca Monica Frandi Ferreira, superintendente do Arquivo Público.

As pessoas que quiserem podem levar para casa as obras do artista plástico. As reproduções dos desenhos da exposição e outras peças estão disponíveis para venda na Coleção Imagens, organizada pelo Arquivo Público e Histórico. A coleção é composta de um descritivo e 20 pranchas para emoldurar com desenhos elaborados pelo artista. Cada coleção custa R$ 20,00.

A coleção pode ser adquirida na sede do Arquivo Público que fica no Núcleo Administrativo Municipal (NAM) na Rua Dr. Eloy Chaves, 32650, Alto do Santana. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3522-1948.

A exposição é uma homenagem a Percy de Oliveira que faleceu no mês passado aos 89 anos de idade. Nascido em Conceição de Monte Alegre, hoje Paraguaçu Paulista, Percy de Oliveira mudou para Rio Claro em 1984. Trabalhou como desenhista na TV Tupi e outras empresas, além de atuar como chargista em jornais. O artista participou como membro do Conselho Superior do Arquivo Público e Histórico do Município de Rio Claro de 2011 até 2019, onde contribuiu com sua experiência sobre o acervo da autarquia e os assuntos da história da cidade.

Secretaria do Meio Ambiente ganha tabela de temporalidade

Tabela criada pelo Arquivo Público determina prazo de guarda dos documentos e sua destinação após esse período.

A prefeitura de Rio Claro ganhou nesta terça-feira (7) a segunda tabela de temporalidade, criada pelo Arquivo Público e Histórico do município, para a Secretaria do Meio Ambiente. O primeiro setor a ser beneficiado com o instrumento foi o de agricultura em setembro do ano passado, e os próximos contemplados serão recursos humanos e segurança.

A tabela de temporalidade determina o tempo de guarda dos documentos (digital e impresso) e sua destinação após o encerramento de prazo, bem como as ações e procedimentos necessários para isso com base na legislação vigente. “A ideia é diminuir a quantidade de documentos arquivados, mantendo sob guarda apenas os documentos essenciais, dentro do prazo de validade e que têm função histórica”, explica a superintendente do Arquivo Público, Monica Frandi Ferreira.

O decreto que cria a tabela de temporalidade do meio ambiente foi assinado nesta terça-feira (7) pelo prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria. “Agradeço o empenho da equipe do Arquivo Público e das secretarias que contribuíram para a criação desse instrumento que, além de cumprir uma exigência legal, gera economia aos cofres públicos e facilita o acesso às informações”, destaca Juninho.

De acordo com Monica, as tabelas de temporalidade são instrumentos da gestão documental que permitem maior agilidade nas tomadas de decisões dos gestores, redução de custos com armazenamento, preservação dos documentos de valor comprobatório e eliminação de documentos prescritos pela tabela. “Rio Claro é uma das três cidades paulistas a criarem esse instrumento que permitirá integração ao programa estadual SP Sem Papel que incentiva a adoção do processo digital”, informa.

A gestão documental é primordial para atender as exigências da Lei Federal de Acesso à Informação (nº 12.527/2011) e as conformidades do “Guia Técnico da Transparência Municipal”, publicado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo no início de 2019.

A tabela de temporalidade do meio ambiente foi elaborada pelos funcionários do Arquivo Público Noemi Andreza da Penha, Ednaldo A. R. da Mata e Shirlei de Freitas, com a colaboração dos membros da Comissão da Avaliação de Documentos e Acesso (Cada) da Secretaria do Meio Ambiente, Wallace Algisi e Nalia Bortolim. Também participaram da assinatura o secretário do Meio Ambiente, Ricardo José Lemes, e o gerente José César Pedro, da Secretaria Municipal dos Negócios Jurídicos.

Rio Claro participa de seminário nacional sobre arranjos produtivos de base mineral

Município apresentou o Plano Diretor e a organização territorial da cidade.

O município de Rio Claro participou do XVI Seminário Nacional de Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral e do XIII Encontro do Comitê Temático Rede APL Mineral, realizado de 18 a 20 de novembro em Santa Gertrudes. Rio Claro foi o único município convidado para falar sobre políticas públicas para o desenvolvimento dos arranjos produtivos locais de base mineral.

“Apresentamos o Plano Diretor vigente, destacando como foi pensada a organização do território municipal em termos de macrozoneamento, numa atitude que visa conciliar preservação ambiental e desenvolvimento econômico, levando em conta questões técnicas e parâmetros normativos federais e estaduais”, explica a superintendente do Arquivo Público, Monica Frandi Ferreira, que representou a prefeitura no evento.

Além do Plano Diretor, Monica também destacou a importância da união regional para o desenvolvimento da região. “Frisamos a importância de elaborar planos regionais de organização do território de municípios com a mesma vocação econômica, de forma a compreender os problemas e buscar soluções de forma conjunta”, disse.

O seminário contou com participação de empresários, representantes de entidades públicas e privadas, prefeituras, sindicatos, gestores e técnicos de APL de base mineral, educadores, estudantes, entre outros. O evento foi realizado na sede da Aspacer (Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento).

Superintendente do Arquivo de RC foi palestrante em evento estadual

Cinquenta prefeituras e 30 câmaras municipais estiveram representadas no encontro.

A superintendente do Arquivo Público e Histórico de Rio Claro, Monica Frandi Ferreira, foi uma dos que proferiram palestra no 22º Encontro Paulista sobre Gestão Documental e Acesso à Informação, realizado nesta semana em São José dos Campos. Representantes de 50 prefeituras e 30 câmaras municipais estiveram presentes ao evento, organizado pelo Arquivo Público do Estado.

Monica Frandi desenvolveu o tema “Arquivo Público e Histórico do Município de Rio Claro: 40 anos de realizações e desafios”. “Foi uma excelente oportunidade de mostrar um pouco do importante trabalho realizado pelo nosso Arquivo em atividade de âmbito estadual”, comenta a superintendente.

O evento teve a presença do coordenador do Arquivo Público do Estado, Fernando Padula Novaes, e da diretora da Unidade Regional de São José dos Campos do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Cibele de Lima Martinusso, que lançou no encontro o Guia Técnico de Transparência Municipal, fruto de cooperação técnica entre o Arquivo Estadual e o TCE.

O evento realizado na quarta-feira (6) teve como objetivo, entre outros itens, oferecer às prefeituras e câmaras municipais paulistas fundamentos legais e técnicos para a implementação de políticas de gestão documental e para a difusão e cumprimento do direito ao acesso à informação pública.

Bate-papo Cultural discute cotidiano dos colonos do café

Evento terá lançamento do livro “Colonos do Café”.

Terça-feira (29) tem nova edição do Bate-papo Cultural em Rio Claro promovido pelo Arquivo Público e Histórico do município. Toda a comunidade está convidada a participar do evento que será realizado a partir das 19h30 no Casarão da Cultura com entrada gratuita. O tema em discussão será “Colonos do Café” que vai abordar o cotidiano dos trabalhadores do café e da Fazenda Santa Gertrudes no final do século XIX e primeiras décadas do século XX.

O debate será feito pela historiadora rio-clarense Maria Sílvia Beozzo Bassanezi, pesquisadora do Núcleo de Estudos de População “Elza Bérquo” e professora colaboradora do Programa de Pós-graduação em Demografia IFCH/Nepo-Unicamp. A mediação ficará por conta do historiador Amilson B. Henriques. “Os participantes do bate-papo terão direito a receber certificados”, informa a superintendente do Arquivo Público, Monica Frandi Ferreira.

Após o bate-papo será realizado o lançamento do livro “Colonos do Café”, de autoria da pesquisadora Maria Sílvia Beozzo Bassanezi, que sairá pela Editora Contexto. O lançamento da obra conta com apoio do Arquivo Público. No livro, a pesquisadora fala sobre o cotidiano das famílias que trabalharam nos cafezais da fazenda Santa Gertrudes, no final do século XIX e começo do século XX, época em que a fazenda foi considerada modelo da cafeicultura paulista. “O relato foi feito com base em pesquisa realizada no acervo do Arquivo Público de Rio Claro”, destaca Monica, informando que haverá exemplares do livro disponíveis para venda.

O Casarão da Cultura fica na Rua 7 com Avenida 3, Centro de Rio Claro.