Arquivo de Rio Claro tem conteúdo nas redes sociais

Miniexposições e outras publicações estão disponíveis na internet.

O Arquivo Público e Histórico de Rio Claro “Oscar de Arruda Penteado” lançou série especial de publicações em suas redes sociais, no Instagram (@arquivoderioclaro) e Facebook. As publicações podem ser acessadas a partir da hashtag APHemCasa (#APHemCasa).

“Estão sendo levados à comunidade conteúdos técnicos e históricos para que todos, principalmente quem está em casa, possam conhecer mais sobre as atividades institucionais do Arquivo e acessar parte do seu acervo de uma maneira diferente”, comenta Monica Frandi Ferreira, superintendente do Arquivo de Rio Claro.

Já estão online miniexposições fotográficas e miniexposições técnicas sobre a história da cidade, arquivologia, gestão documental, preservação do acervo, entre outros.

Até o momento, a autarquia deu destaque em exposições virtuais para a ex-primeira-dama Lícia Monaco Perin e para a ex-chefe de gabinete Dalva Christofoletti Paes da Silva, com belos registros fotográficos datados da década de 1970. Há também publicações relembrando conjuntos musicais que marcaram época no município, como a banda Infernais, Orquestra Marasca, grupo Os Batutas Rio-Clarenses, banda Nosso Jazz, banda N. Sra. Aparecida e banda dos Artistas Ferroviários – esta última, desde o fim do século XIX até os dias de hoje, emocionando e alegrando os rio-clarenses.

A comunidade pode ver também três publicações com conteúdos técnicos explanando os seguintes temas: “Arquivo não é só um amontoado de caixas!”, “A importância de um acervo organizado” e “O que são suportes documentais?”.

O Projeto Memória Viva também segue produzindo conteúdos. Novo documentário sobre Rubinho Pinhatti, ex-zagueiro do Rio Claro Futebol Clube, pode ser visto no canal do youtube Projeto Memória Viva: Arte, cultura e história. Próximos documentários terão lançamentos em breve.

A programação se estenderá pelas próximas semanas objetivando a difusão do acervo institucional e aproximando, ainda que virtualmente, os munícipes das atividades técnicas da instituição.

“O APHRC convida todos a seguirem nossas redes sociais e aprenderem de uma maneira diferente sobre o universo arquivístico”, comenta Monica.