Peça de trem instalada na Avenida 7 homenageia ferroviários

O legado da ferrovia e a importância do trabalho dos ferroviários para Rio Claro ganharam referência permanente em um dos pontos mais movimentos do município. Na manhã de segunda-feira (21) o prefeito Du Altimari acompanhou a colocação, no cruzamento da Avenida 7 com a Rua 1, de estrutura metálica que homenageia a história ferroviária, que está na base do desenvolvimento da cidade.

“A história de nossa ferrovia é motivo de orgulho para os rio-clarenses”, comenta Altimari. “Resgatar a memória ferroviária é valorizar nossas raízes, entender parte de nosso presente e nos inspirar para o futuro”, comenta, lembrando que perto dali estão sendo restaurados, em suas características originais, a casa de comando e a antiga casa do chefe da estação, localizadas na Rua 1, na altura da Avenida 5.

A peça recém instalada no cruzamento da Rua 1 com Avenida 7 é um eixo de rodas de vagões, conhecido domo “eixo de truck”. Foi doada ao município pelo Departamento Nacional de Infraestrutura em Transporte (DNIT) e pela Rumo Logística. A instalação foi feita por equipe da secretaria municipal de Obras.

De acordo com o secretário municipal de Governo, Marcos Pisconti Machado, a referência aos ferroviários será integrada à ampla praça que está sendo implantada ao longo da Rua 1, a partir da Avenida 7, na segunda etapa da revitalização daquela região do centro histórico do município.

Renovação paisagística de todo o trecho que vai da Avenida 7 à Avenida 3, nova iluminação, calçamento em mosaico português fazem parte da renovação urbanística que acontece no local. Na primeira etapa dos trabalhos, o antigo pontilhão no cruzamento da Avenida 7 com a Rua 1 foi aterrado e novo trecho de via foi aberto naquele ponto.

Profª Sheron Regina Barbi Machado é homenageada

Placa em homenagem póstuma à professora  Sheron Regina Barbi Machado foi instalada na  praça no Jardim Ipê, localizada na Rua 4-A com as Avenidas 40-A e 42-A.

Com a presença do prefeito Du Altimari e dos vereadores Dalberto Christofoletti, Raquel Picelli, Maria do Carmo Guilherme e Julinho Lopes, a homenagem foi realizada na quarta-feira (14). Os familiares da professora também acompanharam a cerimônia, que contou com a participação de alunos da escola Prof

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Djiliah Camargo de Souza.

A partir de projeto de lei da vereadora Raquel Picelli, a praça recebeu oficialmente a denominação em dezembro de 2013.

Filha de José Luiz Barbi e Maria Aparecida Barros Barbi, a professora Sheron Regina Barbi Machado desde os 14 anos dedicou-se ao trabalho voluntário e em 1998 formou-se pelo Instituto de Educação Joaquim Ribeiro. Em 2001 estagiou na escola Prof

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Djiliah Camargo de Souza, iniciando sua carreira de professora na escola que tanto amava. A escola é localizada em frente à praça Jardim do Ipê, local onde Sheron viveu sua infância e mocidade.

Além da escola Djiliah, a professora exerceu sua profissão em outras unidades, como Armando Grisi, Victorino Machado, Silvio de Araújo e Benedito José Zaine. Durante toda a sua vida a homenageada não deixou de participar do trabalho voluntário e sempre que possível reunia-se na Praça Jardim do Ipê com amigos e família. Formou-se em pedagogia em Araras e cursou pós-graduação em São Carlos.

Praça no Jardim Ipê homenageia Profª Sheron Regina Barbi Machado

A praça no Jardim Ipê, localizada na Rua 4-A com as Avenidas 40-A e 42-A, recebe n​esta​ quarta-feira (14), às 15h30, placa em homenagem póstuma à professora  Sheron Regina Barbi Machado.

A partir de projeto de lei da vereadora Raquel Picelli, o espaço recebeu oficialmente a denominação em dezembro de 2013. De acordo com a vereadora, a praça contém a história da população que ali convivia, incluindo a professora Sheron. “A praça era a extensão de seu lar, onde toda a família e demais vizinhos se reuniam”, comenta Raquel Picelli.

Filha de José Luiz Barbi e Maria Aparecida Barros Barbi, a professora Sheron Regina Barbi Machado desde os 14 anos dedicou-se ao trabalho voluntário e em 1998 formou-se pelo Instituto de Educação Joaquim Ribeiro. Em 2001 estagiou na escola Profa. Djiliah Camargo de Souza, iniciando sua carreira de professora na escola que tanto amava. A escola é localizada em frente à praça Jardim do Ipê, local onde Sheron viveu sua infância e mocidade.

Além da escola Djiliah, a professora exerceu sua profissão em outras unidades, como Armando Grisi, Victorino Machado, Silvio de Araújo e Benedito José Zaine. Durante toda a sua vida a homenageada não deixou de participar do trabalho voluntário e sempre que possível reunia-se na Praça Jardim do Ipê com amigos e família. Formou-se em pedagogia em Araras e cursou pós-graduação em São Carlos.

Ex-jogadores amadores são homenageados na Prefeitura

Três ex-jogadores, campeões amadores por oito vezes defendendo o Cidade Nova Futebol Clube, foram recebidos na manhã desta sexta-feira (23) pelo prefeito Du Altimari, no Paço Municipal, onde ganharam exemplares do livro Futebol Amador e Varzeano em Rio Claro, recentemente lançado pelo Arquivo do Município. “Na pessoa deles, estamos homenageando todos aqueles atletas e dirigentes que ajudaram a escrever a história do futebol varzeano e amador da cidade”, afirmou Altimari.

O ex-meio-campista Mário Aparecido Catuzzo, 63 anos, foi o primeiro a ser revelado no time varzeano do Guarani – do técnico Lazão – e vestir a camisa do Cidade Nova. Depois dele, vieram o também meio-campista Odair Alberto Deboni, o Parreira, 62, e o atacante Antonio Carlos Lopes Mattos, o Rodela, 63, que chegaram a fazer teste nos times profissionais de Campinas. “O campo do Guarani ficava no quarteirão onde hoje mora o prefeito”, recordou Parreira.

Dos três, Rodela é o único que não nasceu no bairro Cidade Nova. “Nasci em Limeira e com alguns meses vim para Rio Claro”, contou Rodela, o último dos três a parar de jogar, em 1996. Parreira e Mário abandonaram os campos seis anos antes. “Foi uma época que dá muita saudade, todos vestiam a camisa do time com amor e o nosso Cidade Nova tinha uma base formada no próprio bairro, isto facilitava as coisas dentro de campo”, recorda Mário Catuzzo.

“A comunidade sempre colaborou para que os clubes amadores sobrevivessem. No Cidade Nova, foi com este apoio que conseguimos  no início da década de 80 construir arquibancadas, colocar iluminação e fazer outras melhorias no estádio”, disse o prefeito Du Altimari, ex-diretor do clube, que teve seu pai – Palmínio Altimari – como presidente em 1970.

Livro

Os interessados no livro Futebol Amador e Varzeano em Rio Claro podem adquirir os exemplares na sede do Arquivo Municipal, que fica no Núcleo Administrativo Municipal (NAM), no bairro Alto de Santana, e no setor “156” da prefeitura, na entrada do paço municipal pela Rua 3. O livro custa R$ 40,00.

Sob a coordenação de Teresa de Arruda Campos, superintendente do Arquivo, e do pesquisador José Roberto Sotero, a edição reúne fotografias e informações sobre o futebol amador de Rio Claro que datam desde o ano de 1906, como o Anhangás Futebol Clube – o primeiro time do bairro Cidade Nova – até os anos 2000.

Com 402 páginas coloridas, o livro Futebol Amador e Varzeano em Rio Claro relata casos pitorescos, antigos hábitos e até mesmo fatos que entrelaçam o futebol com a ferrovia a exemplo de partidas que eram controladas pelo horário do trem, uma vez que os jogadores se utilizavam desse meio de transporte. Encerrar o jogo porque se aproximava a hora de chegada do trem era prática que está relatada nos jornais locais da época.

Rio Claro homenageia combatentes de 1932

Durante a solenidade de comemoração do 9 de Julho, realizada quarta-feira pela  manhã em frente ao Cemitério Municipal, o prefeito Du Altimari destacou o grande envolvimento da comunidade rio-clarense na Revolução Constitucionalista de 1932. “Foram 483 voluntários, dos quais 340 estiveram na frente de batalha”, afirmou. O prefeito também lembrou do trabalho das mulheres dos combatentes na confecção de fardamentos e citou os três rio-clarenses que morreram durante a revolução.

Carlos Brunini, Othoniel Marques Teixeira e Domingos Masullo foram homenageados com coroas de flores depositadas no mausoléu construído em honra aos soldados constitucionalistas.

Manoel José Silva, orador oficial do evento, ressaltou que o movimento não tinha finalidade política e sim de liberdade. O professor Sérgio Desiderá fez um relato histórico da revolução e afirmou que os rio-clarenses se colocaram na luta pela independência e pela liberdade.

O evento reuniu escoteiros, atiradores do Tiro de Guerra, Polícia Militar, Guarda Civil Municipal, Banda União dos Artistas Ferroviários, vereadores Júlio Lopes e Dalberto Christofoletti, e Geraldo Capretz – presidente do Clube 21 Irmãos Amigos, secretários e diretores municipais.

Diretor da Sepladema é homenageado em São Paulo

O diretor de manejo florestal da Sepladema – Secretaria de Planejamento, Desenvolvimento e Meio Ambiente de Rio Claro – José Luiz Timoni, foi homenageado essa semana pelo Instituto Florestal do Estado de São Paulo, que está comemorando 20 anos da criação da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo.


Em solenidade na capital paulista, Timoni, que é Doutor em Florestas, recebeu o diploma de Honra ao Mérito pelo trabalho sob sua coordenação que culminou com a concretização do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo, isso em 1994. Ele foi o responsável pela implantação da parte técnica e infraestrutura da Biosfera.


Junto com o diretor da prefeitura, também estiveram na solenidade e foram homenageados todos os diretores e pesquisadores que atuaram ao longo desses 20 anos da reserva.


Em Rio Claro o diretor José Luiz Timoni trabalha na cogestão da Floresta “Edmundo Navarro de Andrade” e na coordenação de trabalhos da Sepladema visando à criação de unidades de conservação no município, como é o caso da Mãe Preta, Assistência e Conduta.


Rio Claro perde Sebastião dos Santos Lima

Faleceu no final da tarde desta sexta-feira, 31, em Rio Claro, aos 86 anos, o ex-funcionário da prefeitura de Rio Claro, Sebastião dos Santos Lima. Sebastiãozinho, como era conhecido por amigos e colegas de trabalho, estava internado há dias na Santa Casa de Misericórdia. Seu corpo será sepultado às 13h30 deste sábado, no cemitério municipal.

Natural de Ipeúna, Sebastiãozinho ingressou no serviço público municipal de Rio Claro em julho de 1939. Essa primeira experiência na prefeitura se estendeu até fevereiro de 1944. Na época, trabalhou no setor de Jardins.

Ele voltou ao setor quando foi readmitido pela prefeitura em agosto de 1957. Pelo decreto 1231, tornou-se servidor efetivo do município. Em agosto de 1970 foi transferido e assumiu o cargo de contínuo e, em fevereiro de 1975, passou a ser porteiro do gabinete do prefeito, cargo em que foi efetivado no ano seguinte.

Sebastiãozinho aposentou-se em dezembro de 1977 mas, já lendário pela simpatia, alegria e vasto conhecimento sobre as engrenagens que movem a prefeitura, foi readmitido em janeiro de 1978, permanecendo como atendente do gabinete do prefeito até seu desligamento definitivo do serviço público municipal, em março de 2001.

Ele se orgulhava de ter trabalhado com inúmeros prefeitos de Rio Claro. Conhecia como poucos a histórica da urbanização do município e dos prédios históricos da cidade.

Em dezembro de 2010, recebeu sua última homenagem em vida. Foi no lançamento do conjunto residencial em Rio Claro, batizado com o seu nome. “O nome foi escolhido como forma de homenagear os trabalhadores, em especial os servidores públicos municipais”, afirma o prefeito Du Altimari. O residencial está localizado no bairro Jardim Maria Cristina e tem 342 moradias, que começarão a ser entregues na próxima quarta-feira.

Sebastiãozinho deixa viúva Edite de Jesus Lima, os filhos Sirleia, Silas, Silene e Sidnei, sete netos e cinco bisnetos.

Ulysses e “Constituição Cidadã” serão homenageados em solenidade na 2ª-feira

A Semana Ulysses Guimarães começa em Rio Claro nessa segunda-feira (7). A solenidade de abertura acontece às 10 horas na Praça da Liberdade, local onde está o busto do mais famoso político oriundo do município.

A solenidade terá a presença de autoridades, como o prefeito Du Altimari, o presidente da Fundação Municipal Ulysses Guimarães, Ruy Fina, e representantes da Câmara de Vereadores falando sobre a importância de Ulysses para o país. Será também uma comemoração do 25º aniversário da Constituição do Brasil, promulgada em cinco de outubro de 1988, após trabalho da Assembleia Nacional Constituinte presidida pelo então deputado federal Ulysses Guimarães, que definiu a nova carta como “Constituição Cidadã”.

História

Ulysses Silveira Guimarães nasceu em Rio Claro no dia 6 de outubro de 1916. Filho do coletor federal Ataliba Silveira Guimarães e da professora primária Amélia Correa Fontes exerceu diversas atividades: foi advogado, professor, escritor e, até mesmo, diretor da Federação Paulista de Futebol.

Mas foi na política que desempenhou o papel de maior destaque para o País: o de defensor intransigente da democracia, da liberdade e de um Brasil mais justo. Foi o grande nome na campanha por eleições diretas no Brasil no início da década de 80 e na Assembleia Nacional Constituinte. Lutou para que a votação do impeachment do presidente Fernando Collor de Mello não fosse secreta – como queriam alguns parlamentares, na esperança de reverter a decisão defendida pela voz das ruas.

Ulysses Guimarães ingressou na política cedo. Entre 1947 e 1950 atuou como deputado estadual em São Paulo. E, por 11 vezes seguidas, venceu as eleições para deputado federal, também pelo seu estado natal.

Formado em Ciências Jurídicas Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (1940), iniciou os primeiros estudos em Rio Claro. Depois, cursou o secundário no Grupo Escolar de Lins (SP). Em 1932, diplomou-se professor primário pela Escola Normal Livre de Lins.

Em São Paulo, aperfeiçoou seus conhecimentos no Instituto de Educação Caetano de Campos. Na capital paulista, deu aulas particulares e integrou o corpo docente de vários ginásios, ensinando latim e história. Na faculdade, se tornou presidente da Associação Acadêmica Álvares de Azevedo e participou das atividades do Centro Acadêmico 11 de Agosto.

Exerceu a advocacia em São Paulo, especializando-se em direito tributário. No início dessa mesma década é que se tornou diretor do Santos Futebol Clube e da Federação Paulista de Futebol. Em 1945, no processo de redemocratização do país, Ulysses ingressou no Partido Social Democrático (PSD), onde permaneceria até a extinção da legenda, em 1965.

Em janeiro de 1947, elegeu-se deputado à Constituinte em São Paulo. Em 1949 tornou-se o líder da bancada pessedista na Assembleia Legislativa. Em outubro de 1950, aos 34 anos, disputou uma cadeira de deputado federal, permanecendo no cargo até os 76 anos, quando ocorreu o acidente de helicóptero, em Angra dos Reis, no Sul Fluminense, que lhe tirou a vida, a de sua mulher Ida de Almeida (a Mora), a do senador Severo Gomes e a de sua esposa. O acidente ocorreu em 1992, seis dias após Ulysses completar 76 anos. (Informações extraídas do Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro – da Fundação Getúlio Vargas – Volume III).

Antonio Gilberto Fonseca é homenageado na USF de Ajapi

Com a presença de familiares, o farmacêutico Antonio Gilberto Fonseca foi homenageado no último sábado (30), por meio de entronização na Unidade de Saúde da Família do Distrito de Ajapi.

O farmacêutico, nascido em 18 de novembro de 1947 na cidade de Uberaba, comprou em 1985 o Posto de Medicamentos de Ajapi. Para ele, trabalhar em Ajapi foi uma grande realização. Antonio ajudou muitas pessoas e trabalhou na profissão que foi sua vida até seus últimos momentos. O farmacêutico sempre atendeu aos que residiam na zona rural, fazendo curativos, auxiliando nas campanhas do município e no Ambulatório de Saúde do distrito. Na farmácia fez muitos amigos, e através dela conseguiu formar e encaminhar seus filhos, três farmacêuticos.

Homenagem a Antonio Gilberto Fonseca acontece sábado na USF de Ajapi

Rio Claro promove neste sábado (30) às 17 horas a entronização do patrono da Unidade de Saúde da Família do Distrito de Ajapi, que homenageia o “Farmacêutico Antonio Gilberto Fonseca”.

“É uma justa homenagem a alguém que trabalhou firme em benefício do povo do distrito”, afirma o prefeito Du Altimari.

O farmacêutico, nascido em 18 de novembro de 1947 na cidade de Uberaba, comprou em 1985 o Posto de Medicamentos de Ajapi. Para ele, trabalhar em Ajapi foi uma grande realização. Antonio ajudou muitas pessoas e trabalhou na profissão que foi sua vida até seus últimos momentos. O farmacêutico sempre atendeu aos que residiam na zona rural, fazendo curativos, auxiliando nas campanhas do município e no Ambulatório de Saúde do distrito. Na farmácia fez muitos amigos, e através dela conseguiu formar e encaminhar seus filhos, três farmacêuticos.

A homenagem ao farmacêutico Antonio Gilberto Fonseca partiu de iniciativa da vereadora Maria do Carmo Guilherme.

Recentemente o Ministério da Saúde aprovou projeto que visa melhorias na Unidade de Saúde da Família de Ajapi. Após avaliação de documentos o governo federal vai determinar o valor destinado a Rio Claro para a execução da obra.

Outras melhorias

Esta semana o município entregou a reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde Mário Fittipaldi, no Wenzel e a Unidade de Saúde da Família do Terra Nova, localizada no Centro Social Esportivo Claretiano. Também foi inaugurado o Laboratório Municipal de Análises Clínicas.